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Não existe viagem mais prática partindo de Congonhas.  O voo até o Santos Dumont dura apenas quarenta minutos e você consegue antecipar seu embarque caso chegue mais cedo ao aeroporto.  De brinde você ainda passa coladinho no Cristo e no Bondinho enquanto a aeronave se prepara pra descer.

Em termos de tempo total da viagem, muita gente diz que avião e carro levam aproximadamente o mesmo tempo, se considerarmos a antecedência exigida pelas cias aéreas.  Eu nunca fui de carro, mas sinceramente duvido dessa informação. Especialmente se você for como a gente e levar apenas bagagem de mão. Cada um carregou sua malinha e isso reduziu consideravelmente o tempo e o estresse no aeroporto.

Para quem vai pela primeira ou milionésima vez, indico ficar em Copacabana, entre o Posto 5 e o 6, quanto mais perto do Forte de Copacabana melhor.  Nós estávamos em quatro adultos e três crianças de 9 e 12 anos, alugamos um apartamento pelo Airbnb e valeu bastante a pena considerando o abuso dos preços praticados pelos hotéis no Rio em Janeiro. Era confortável, na quadra da praia, perto de muitos restaurantes e botecos.

Da região em que nos hospedamos é possível ir até o Leme, passear no Forte, visitar o Arpoador, aproveitar as praias de Copacabana e Ipanema, tudo a pé.  São percursos de até 2km que são facilmente “caminháveis” na beira da praia, num ritmo bem calmo e gostoso.

A seguir seguem as dicas dos passeios que mais aprovamos na nossa rápida passagem pela Cidade Maravilhosa:

  • Praias: como ficamos poucos dias, passamos um final de tarde no Leblon e uma manhã em frente ao nosso prédio (o que é extremamente prático para quem está com crianças).  Achamos a praia em Copacabana mais limpa, com menos tombo para as crianças e com mais estrutura de barraquinhas. É possível alugar cadeiras e guarda-sol com facilidade.  Tem muito ambulante passando toda hora, o que garante lanchinhos diversos para as crianças (mas enche um pouquinho).
  • Bondinho: o passeio é estruturado e organizado, mas as filas estavam insuportáveis para subir e descer. É possível comprar ingressos antecipados para a visita, mas sem reservar o horário, apenas o dia.  Não acho que compense pagar a taxa de conveniência.  No dia em que fomos estava muito cheio, mas a fila fluiu rapidamente.  Nas duas paradas do passeio existem muitas lanchonetes, lojinhas e banheiros.
  • Cristo Redentor: compre o ingresso com antecedência e para o horário mais cedo disponível.  Vai compensar chegar com o sol ainda baixo e sem um milhão e seiscentos mil turistas disponíveis. 🙂  No período da manhã você consegue fotos melhores porque o sol nasce de frente para o Cristo, na parte da tarde as fotos ficarão contra o sol. Além disso, sugiro que vá de trem. O passeio fica ainda mais emocionante para as crianças.  Na ida tente pegar a primeira fileira no lado esquerdo do trem para que as crianças tenham uma vista privilegiada do caminho.  Na volta, sente-se novamente no lado esquerdo para conseguir ver a paisagem maravilhosa da cidade!
  • Forte de Copacabana: tentamos ir no final da tarde de domingo, mas chegamos tarde.  O forte estava quase fechando e a Colombo estava com duas horas de fila então não entramos, mas ouvi maravilhas sobre o passeio.  De lá fomos andando calmamente, tomando sorvete, até chegar ao Arpoador.
  • Pôr-do-sol no Arpoador: se você deseja ver aquele Rio de Janeiro lindo que se vê na tv, o Arpoador é o lugar.  Na divisa entre Copacabana e Ipanema, coladinho na Forte de Copacabana, é possível ver o espetáculo que o sol dá enquanto se põe no mar.  É uma passeio calmo, grátis e inesquecível.

Pulo do Gato da viagem: alugar uma van com motorista para dar uma volta pelos principais pontos turísticos do Rio e também pelo centro da cidade.  Consegui uma empresa que cobra por hora e achei o serviço bem seguro e pontual.  Passeamos pela Escadaria Selarón, Sambródomo e Maracanã (por fora).  Ainda fomos com ele para o Barracão do Salgueiro. 🙂

Roubada da viagem: no dia em que ficamos na praia do Leblon, quando já estava quase anoitecendo, tentamos pegar um táxi para Copacabana. Por incrível que pareça, num destino turístico de praia, nenhum dos quatro taxistas que paramos aceitou nos levar.  Disseram que não levavam “turistas de praia”.  O detalhe é que apenas as crianças estavam úmidas, mas ainda com uma roupa seca por cima.  Achei um absurdo!

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